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quarta-feira, 13 de julho de 2011

SONETO 141 – SHAKESPEARE



 Na verdade, eu não te amo com meus próprios olhos,
porque vejo em você um monte de defeitos;
mas é meu coração que ama o que eles desprezam
Que ao invés de ver se contenta em se apaixonar.
Nem meus ouvidos  com o som de sua língua se encanta,
Nem sentimento carinhoso é despertado por um simples toque,
nem gosto, nem um cheiro provocante surge
Em algum deleite sensual contigo sozinha;
Mas nem os meus cinco juízos, nem os meus cinco sentidos
Podem impedir o meu coração insensato de te servir,
tendo perdido toda a
forma humana,
reduzido a um escravo miserável e vassalo orgulhoso do seu coração.
Apenas em que eu considero a minha praga boa:
Que ela faça minha dor merecedora de pecado.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Duvida da luz dos astros

"Duvida da luz dos astros, de que o Sol tenha calor, duvida até da verdade, mas confia em meu amor." 
(Ato II, Cena II - Hamlet - William Shakespeare)

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Ninguém é perfeito...

Ninguém é perfeito...
até que você se apaixone
por essa pessoa.
(William Shakespeare)

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Presentes caros tornam-se pobres


 “Presentes caros tornam-se pobres quando o que o deu se prova descortês.”
Ato III, Cena 1 - Hamlet de William Shakespeare


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